Categoria: Emagrecimento

Massagens redutoras funcionam mesmo?

Massagens redutoras funcionam mesmo?

Elas podem melhorar o contorno corporal, mas sozinhas não são capazes de reduzir a gordura localizada

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Massagens redutoras e modeladoras visam a redução de medidas e melhora do contorno corporal. Mas será que elas conseguem mesmo fazer isso?

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Normalmente as massagens redutoras mobilizam o tecido, tornando-o menos compacto e maleável por estimular sua circulação e assim trazendo aumento do metabolismo local. Além disso, elas funcionam como um reorganizador tecidual: à medida em que as manobras (que muitas vezes são vigorosas, ritmadas e precisas) são realizadas, as moléculas do tecido se movem, o que gera a maleabilidade do tecido. Com isso, elas podem ser feitas em todo o corpo, enfatizando-se as áreas de maior necessidade ou concentração de gordura localizada.

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Massagem redutora não emagrece
É interessante considerar que não há emagrecimento ou perda de gordura realizados por estas massagens, apenas mudança do contorno corporal. Mas a perda desta gordura pode ocorrer em um tratamento multidisciplinar, com mudanças na alimentação, prática de atividade física e investigação de doenças atreladas ao aumento de peso e acúmulo de gordura em áreas específicas.

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As massagens redutoras e modeladoras podem ser eficientes e trazem até bons resultados no corpo, desde que haja grande comprometimento do indivíduo que irá se expor ao tratamento completo.

Resultados esperados da massagem redutora
O difícil é determinar o quanto de medidas será perdido e qual aspecto visual encontrado após o tratamento com a massagem modeladora, pois dependerá muito das necessidades apresentadas e do verdadeiro motivo pelo qual o tecido se encontra daquele modo.

Isso será bem estudado a partir de uma criteriosa avaliação, que considerará, inclusive, períodos do mês em que o tecido apresenta-se mais inchado, por exemplo. Necessita-se avaliar se há ou não retenção de líquidos, presença de gorduras localizadas ou diminuição da circulação local, por exemplo, pois as três situações podem estar presentes e interligadas e assim, ao “resolver” uma destas demandas, as outras podem se apresentar de forma menos expressiva ou até inativas.

Normalmente o tecido “mais inflamado” ou ainda aquele que precisa de mais oxigenação, ao receber um estímulo (mesmo simples), apresenta-se mais homogêneo, não por um milagre, mas sim porque a abordagem foi correta e de acordo com a necessidade dele. A mesma coisa ocorre num tecido com circulação local diminuída: ao estimular a melhora de sua circulação, diminui-se a quantidade de líquido retido e consequentemente há perda de medidas locais.

Após um número de sessões traçado para o alcance do objetivo no tratamento proposto, o indivíduo pode fazer manutenções ou se manter ativo ao tratamento a fim de potencializar ou perdurar os resultados. Como opção, é possível manter-se, ao invés de uma ou duas vezes por semana (como durante o tratamento), em intervalos maiores, mas a interrupção total (e até mesmo parcial) pode afetar o resultado depois de um tempo.

Massagens modeladoras machucam?
As massagens apontadas podem não ser recebidas de modo muito confortável, principalmente nas primeiras sessões em que o tecido não está acostumado ao estímulo através das manobras da massagem.

No entanto, essas massagens não precisam ser extremamente dolorosas nem causarem pontos “roxos” nas áreas tratadas, a não ser que o tecido seja muito frágil e mesmo a leveza também traga estes desconfortos. Ainda assim, o aparecimento destes pontos pode indicar um excesso nas manobras propostas utilizadas à este tecido ou até mesmo um dano desnecessário.

É importante considerar que a avaliação do tecido a ser abordado deve ser bem detalhada e considerada na eleição de uma técnica para tratamento. Por exemplo, para tecidos mais flácidos, técnicas como a drenagem linfática manual podem ser uma ótima opção de tratamento e ainda ser eficiente, afastando a possibilidade dos indesejáveis pontos roxos, que podem estar doloridos quando palpados. Tudo dependerá do objetivo que se quer alcançar, por isso o profissional precisa estar habilitado e capacitado tanto para a realização da técnica como para a avaliação e escolha da conduta ideal para cada indivíduo.

Suco verde funciona? Tire 9 dúvidas a respeito da bebida queridinha das dietas

Suco verde funciona? Tire 9 dúvidas a respeito da bebida queridinha das dietas

Suco verde funciona? Tire 9 dúvidas a respeito da bebida queridinha das dietas

O número de benefícios do suco verde é equivalente à quantidade de dúvidas que ele levanta. Duas especialistas elucidam as questões mais comuns para você curtir a bebida sem erros
Texto Ana Araujo

Suco verde funciona? Para essas especialistas, sim!

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Com todo o bafafá em torno da bebida queridinha das dietas, eis que surge a questão: será que o suco verde funciona? Segundo especialistas, sim! E seus benefícios não são poucos: ajuda no funcionamento do intestino graças à riqueza em fibras, possui ação anti-inflamatória e antioxidante, traz as vitaminas A, C, ácido fólico (B9) e K e os minerais cálcio, magnésio e ferro, dá saciedade, ajuda a emagrecer e a limpar o organismo (ufa!).

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Aproveitar essas benesses depende do cuidado na hora de preparar, sendo fundamental usar ingredientes preferencialmente crus e após a higienização.

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A seguir, duas especialistas tiram as dúvidas mais comuns quando o assunto é suco verde, confira!

O melhor horário para ingerir o suco verde é de manhã? Verdade.

Essa bebida estimula o sistema imunológico e a produção de insulina o que, na prática, equilibra a fome e dá energia para encarar a rotina – e todos esses benefícios são muitíssimo bem-vindos para começar o dia com o pé direito. Além disso, é neste horário que o corpo está eliminando as toxinas, o que potencializa o efeito detox. “Para aproveitar ainda mais, experimente esperar cerca de 30 minutos antes de comer outros alimentos”, acrescenta Talitta Maciel, nutricionista do Espaço Reeducação Alimentar (SP).

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É preciso beber suco verde em jejum? Depende.

Consumi-lo em jejum, de fato, é a melhor opção. “Após horas sem consumir nada, o organismo está aguardando pela chegada de alimentos, o que facilita a absorção dos nutrientes do suco”, justifica Sara Bragança, médica especializada em Terapia Ortomolecular (RJ). Porém, isso não significa que ele não possa ser ingerido nas demais horas do dia.

É melhor bebê-lo sem coar? Verdade.

Dessa maneira, você aproveita ao máximo as fibras dos ingredientes, aumentando a saciedade.

O suco verde promove detox no organismo? Verdade.

Ele dá aquela força para o fígado na hora de eliminar toxinas do corpo graças aos glicosinolatos, substâncias de ação desintoxicante presentes na couve e outros vegetais verde-escuros. O suco verde, ainda, é rico em vitamina C, antioxidante que combate os radicais livres, ajudando até mesmo na eliminação de substâncias que poderiam proporcionar crescimento de células cancerígenas.

O suco verde ajuda a emagrecer. Verdade.

Mas só ajuda, ok? Para eliminar os quilinhos de verdade, é preciso gastar mais calorias do que se consome. Aqui, ele pode agir de duas maneiras: em primeiro lugar, geralmente, a receita da bebida leva gengibre, que é termogênico e, portanto, leva o corpo a elevar o consumo calórico; por último, ao auxiliar na faxina nas toxinas, o suco verde também acaba ajudando o organismo a trabalhar melhor e eliminar mais gordura. Contudo, é importante saber que, para que tudo isso aconteça, é preciso ter uma alimentação equilibrada.

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Tudo bem substituir uma refeição pelo suco verde? Mito.

Não faça isso! Mesmo com toda sua riqueza em nutrientes, ele não possui quantidades significativas de proteínas e gorduras boas, fundamentais para o bom funcionamento do organismo. A substituição traz uma série de prejuízos, como perda de massa magra, tonturas, desmaios e até mesmo um quadro de desnutrição.

Congelar os ingredientes leva à perda de nutrientes? Verdade.

Assim que expostos ao ar, os nutrientes passam a perder suas propriedades graças à oxidação. Por isso, o ideal é tomar o suco verde logo após o preparo. Mas, se o tempo anda escasso para fazer uma bebida fresquinha todos os dias, tudo bem recorrer ao freezer, desde que siga alguns cuidados – afinal, é melhor consumir congelado do que não fazê-lo, não é mesmo? “Vale fazer cubinhos verdes com as folhas e até mesmo congelar o suco pronto, mas o processo deve ser bem rápido para que não haja maior perda de nutrientes”, ensina Talitta Maciel.

Tomar suco verde todos os dias pode causar problemas de saúde? Mito.

Desde que você diversifique os ingredientes (e não se encaixe em nenhuma das contraindicações a seguir), tudo bem se deliciar com um copo de 250 ml a 300 ml. Assim, além de não cair na monotonia, você variará os nutrientes ingeridos.

Nem todas pessoas podem beber suco verde. Verdade.

Quem tem problemas de tireoide ou histórico familiar da doença deve limitar o consumo a duas vezes por semana. “Quando consumidas cruas com frequência, folhas verde-escuras, como a couve, atrapalham a absorção de iodo, mineral essencial na produção dos hormônios da tireoide”, justifica Talitta Maciel.